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ORIGEM DOS GRÃOS

O cafeeiro é um arbusto da família Rubiaceare e do gênero Coffea L., da qual se conhecem várias espécies, mas sendo a Arábica e a Robusta , as mais cultivadas no mundo.

Tudo começa  então com uma seleção criteriosa das sementes de cafeeiro.

TORRA

Este procedimento é todo controlado por operadores à distância. Quando o café alcança a temperatura de 140°C, acontecem interações entre as proteínas, gorduras e açúcares presentes nele. O processo, chamado pirolise, se prolonga até que o café atinja os 240°C. Nesta temperatura, ele é misturado a litros e litros de água. O líquido abaixa a temperatura até que ela chegue aos 65°C, corta os processos de interação molecular e reidrata o produto, deixando-o com até 5% de umidade. Cada café possui uma curva de torra, então, a temperatura e o tempo podem variar. Secos, os grãos descansam por três horas e perdem gás carbônico. Em seguida, estão prontos para serem pesados e armazenados.

MOAGEM

Quando uma nova marca é desenvolvida, ela é feita através da combinação de diversos tipos de café. Esta “mistura” varia de acordo com o perfil do consumidor, podendo ser um produto gourmet, que leva toques mais suaves; do tipo forte, que é mais amargo e menos ácido; ou até mesmo aromático, que conta com sabores adicionais. A mistura é preparada mecanicamente. Então, ela é encaminhada para um rolo mecânico, que quebrará os grãos, até chegar à granulometria ideal do produto. Depois da moagem, o café deve descansar por três horas para liberar mais gás carbônico.

CLASSIFICAÇÃO

Para que os grãos sejam armazenados, eles passam por “testes”, que os classificarão de acordo com a qualidade. Depois de moídos, os grãos são colocados em um aparelho que irá enviar raios infravermelhos ao pó de café. De acordo com a luminescência refletida, o produto é classificado em números, que apontam uma variedade mais fraca ou mais forte.

EMBALAGEM

O café moído é encaminhado para uma máquina responsável por colocar o pó nos pacotes. Durante o processo, o saquinho recebe quatro levas de café e é pesado após cada depósito para garantir que a embalagem saia com o peso certo. Se o café for embalado a vácuo, ele é comprimido e passa por uma pré-selagem. Em seguida, o pacote é encaminhado para a câmara de vácuo, que retirará todo o ar da embalagem.

ENCAIXOTAMENTO

Para finalizar a produção, a embalagem de café passa por um teste para saber se não há oxigênio dentro dela e também é submetida à marcação de validade. Então, os pacotes são automaticamente colocados em uma caixa de papelão/fardos e estão prontos para chegarem ao ponto de venda. Depois, é só colocar em prática o processo que você já conhece: passar o pó pelo coador e degustar uma das bebidas mais tradicionais do Brasil, o famoso cafezinho.